Hyldon

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Hyldon reacende bons tempos musicais www.cacarejadavirtual.com.br

 

HYLDON REACENDE BONS TEMPOS MUSICAIS
Por Marcos Niemeyer
mniemeyer50@hotmail.com

>> Falar sobre a qualidade artística de Hyldon Souza – importante nome da música brasileira na década de 1970 – é uma imensa satisfação. As canções de sua autoria “Na Rua, na Chuva, na Fazenda (Casinha de Sapê)”, “As Dores do Mundo”, “Na Sombra de uma Árvore”, “Acontecimento” e “Velho Camarada”, em parceria com Tim Maia e Fábio Stella, entre outras não menos importantes, ainda tocam na lembrança de quem não abre mão dos bons momentos melódicos.

Juntamente com Tim Maia e Cassiano, Hyldon é considerado um dos precursores da música negra brasileira. “Baile Black”, sua mais recente criação artística juntamente com Mano Brown e Dexter, é uma semente sadia nesses tempos de sonoridades indigestas propagadas pelos meios de comunicação.

http://www.youtube.com/watch?v=_hpKQcKVSoc&feature=player_embedded

Hyldon também está conosco no Facebook. Em sua página online, o artista interage com fãs, não esquece os amigos e disponibiliza a sempre lotada agenda de shows pelo Brasil.

Por outro lado…

A programação das FMs brasileiras – salvo uma ou outra exceção – vai de mal a pior. Depois que a frequência se “aemizou”, a qualidade entrou em queda livre.

Os locutores gritam muito (será que o ouvinte é surdo?); contam piadinhas infames, anunciam receitinhas caseiras já manjadas – desde como preparar um arroz ou até mesmo extrair bicho do pé (todos sabem como fazer isso); também fazem questão de ler o horóscopo do dia e o resumo das infames novelas da Rede Globo, além de outras conversas descartáveis.

Na parte musical, a situação é ainda mais agravante. Nada se ouve de aproveitável. Por esses e outros motivos é que o rádio perde audiência. Só os diretores das emissoras e mais uma meia dúzia de fanáticos é que não percebem o óbvio ululante.

Bons tempos quando o rádio se fazia respeitar e o Brasil ouvia emissoras musicais acima de qualquer suspeita. Exemplo: Mundial, JB e Eldorado (Rio) e Excelsior (A Máquina do Som) SP. Detalhe: todas aqui citadas atuavam na frequência AM.

   

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