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Garotas do futebol fazem paródia com sucesso do Hyldon depois do primeiro jogo em Tóquio! | A Gazeta

 
Brasileiras celebram um dos gols marcados
Brasileiras celebram um dos gols marcados . Crédito: Sam Robles/CBF

A Seleção Feminina chegou em grande estilo nos Jogos Olímpicos. Com dois gols e show de Marta, Debinha, Andressa Alves e Bia Zaneratto balançando as redes, a equipe de Pia Sundhage aplicou 5 a 0 sobre a China nesta quarta-feira, em Miyagi, em jogo válido pelo Grupo F. Em atuação inspiradíssima, a equipe soube controlar o jogo e superar, inclusive, as oscilações defensivas da etapa final para se impor em campo.

Agora, as Guerreiras do Brasil, que têm três pontos voltam a campo neste sábado (24), às 8h (de Brasília). O duelo será contra a Holanda (que enfrenta a Zâmbia às 8h de Brasília), também em Miyagi.

As comandadas de Pia Sundhage recorreram à cautela na troca de passes para se desvencilharem da forte pressão inicial da China. A equipe adversária partiu para o ataque em bloco e chegou a levar perigo em cobrança de falta de Zhang Xin que passou rente à meta de Bárbara. Pouco a pouco, as brasileiras foram se sobressaindo e tiveram a primeira oportunidade.

Jogue suas mãos para o céu
Agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que
Estivesse sempre com você
Na rua, na chuva, na fazenda
Ou em Tóquio, hoje tem saquê? ?

? Sam Robles/ CBF pic.twitter.com/FrHP9If1qL

Bia Zaneratto encontrou Duda na direita. A camisa 7 dominou a bola, serviu Marta, mas a “Rainha” não conseguiu o domínio e, ao tentar o chute, logo estava cercada pelas chinesas.

A Seleção, porém, não demorou a refletir no placar seu domínio de ações. Bia Zaneratto roubou a bola da defensora e alçou para a área. Debinha surgiu com tudo e tentou de cabeça, mas sua tentativa parou no travessão. Após dividida de Bia, Marta surgiu na área e fulminou a rede.

A Seleção tinha bom entrosamento para tomar as rédeas da partida e via Bia Zaneratto iluminada ao se lançar á frente. Após uma jogada na direita, a camisa 16 encontrou espaço para entrar na área e bater com veneno. A goleira Peng Shimeng se atrapalhou ao espalmar e a artilheira Debinha não perdoou.

Em busca de uma nova postura, a técnica Jia Xiuquan fez uma mudança significativa na China ainda no primeiro tempo: a entrada de Wurigumula no lugar de Wang Yan tornou a equipa mais impetuosa. Zhang Xin cruzou e, após corte da zaga brasileira, Miao Siwen aproveitou um clarão na direita e chutou com perigo. Bárbara esticou-se para espalmar.

Na volta do intervalo, a Seleção Brasileira teve de lidar com agruras. Wang Shanshan avançou com liberdade e obrigou Bárbara a sair da área para evitar a conclusão da jogada. Em seguida, a camisa 11 chinesa passou como quis e bateu forte, mas a bola parou na trave esquerda. Na sobra, Miao Siwen mandou para longe.

A Seleção chegou a passar por novos apuros defensivos logo em seguida. Miao aproveitou cochilo brasileiro e finalizou, mas Bárbara saltou de maneira providencial para evitar o gol das chinesas. E contou com desvio caprichoso na trave.

Aos poucos, o Brasil voltou a se aprumar em campo. Bia Zaneratto bateu rasteiro e a goleira chinesa mandou para escanteio. No lance seguinte, veio o terceiro gol das Guerreiras.

Marta cruzou e Bia Zaneratto foi desarmada pela defesa. No rebote, a camisa 10 bateu colocado, no cantinho da rede. Foi seu gol de número 12 em edições de Jogos Olímpicos, superando a canadense Christine Sinclair. Ambas estão atrás apenas da brasileira Cristiane, que tem 15 gols.

A Seleção feminina sinalizou a goleada quando Andressa Alves fez um giro de corpo, entrou a área, e foi derubada por Wang Xiaoxue. A própria Andressa assumiu a responsabilidade e cobrou no cantinho, marcando o quarto gol. Com ampla vantagem, a equipe de Pia Sundhage viu Bia Zaneratto cruzar e Debinha concluir, mas a bola passou perto.

Um dos destaques da partida, Bia Zaneratto lutou até conseguir, enfim, deixar seu gol. Debinha se impôs a uma adversária e cruzou. A camisa 16 desviou de pé esquerdo para ratificar a goleada por 5 a 0 da China. Uma estreia com moral para expor com quais trunfos o Brasil chega na disputa pelo ouro do futebol feminino.

Fonte: A Gazeta

   

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