Hyldon

Zondag in Amsterdam

Sala de Imprensa

Capa Samba RockHyldon lança SoulSambaRock, álbum com 
inspirações que vão da música latina ao rap
Conectado, urbano e diverso, disco é o 16º da carreira do cantor e compositor, que comemora seus 69 anos recém-completados

Por conta do imenso e eterno sucesso do seu primeiro disco, Na Rua, na Chuva, na Fazenda (1975), Hyldon acabou se tornando conhecido como um compositor de doces e tranquilas melodias soul. Mas uma rápida pesquisa em sua discografia mostra que sua guitarra também pode tocar alto quando necessário. Essa é uma das tantas características de SoulSambaRock, 16º disco da carreira do cantor e compositor, que chega às plataformas de streaming nessa sexta-feira, 15 de maio, com distribuição ONErpm. É um disco bem conectado aos tempos atuais tanto na forma em que foi produzido – com os músicos, cada um em seu home studio, sendo dirigidos por Hyldon. As variantes dos temas das composições também estão bem conectadas com a atualidade.

Mas vamos partir delas. Claro que as baladas também estão nesse trabalho, bem representadas por “Vida Que Segue” (feita para o disco da Gal Costa, A Pele do Futuro, de 2018, e com guitarras e violões de Romero Lubambo, brasileiro que mora em New Jersey, que já gravou com Leny Andrade, César Camargo Mariano e Dizzy Gillespie, entre tantos outros) e pelas blueseiras “Ninguém Merece Viver Só” e “Cada Um Na Sua Casa”, que acabam criando um diálogo involuntário com seus títulos e letras quando o distanciamento social é o mais responsável a se fazer.

Mas voltemos à guitarra: “Boletos” é um rock clássico com participação dos cariocas do Trio Frito e uma reivindicação antiga, mas super atual com as consequências da pandemia: “Parem de mandar boletos pra minha casa!”. É a única música do disco gravada com todos juntos no estúdio, no clima de “ao vivo”. O blues “Zondag In Amsterdam”, que apareceu como primeiro single desse álbum ainda em 2019, teve inspiração numa viagem de Hyldon para Amsterdam e cita pontos turísticos e costumes da cidade europeia. As baladas, o blues e o rock são apenas uma parte da diversidade apresentada por SoulSambaRock.

“República das Bananas”, que abre o disco, é uma bem-humorada crítica à política praticada na América Latina em tons caribenhos enquanto “SoulSambaRock, Sou” promete esquentar as gafieiras pós-quarentena e suprir a demanda dos DJs de samba rock por novidades.

O rap, gênero diretamente influenciado por Hyldon e sua música, aparece com bastante relevância no disco. Enquanto “Um Luau Pra Você” tem produção pop e parceria com Rappin’ Hood, “A Lenda do Clube dos 27” surge mostrando um Hyldon cronista, antenado aos problemas e questões sociais das nossas periferias – e tudo isso com beats do produtor Papatinho. Hyldon mostra sua longevidade se utilizando de um gênero musical que ajudou a alimentar com sua obra pregressa. Em outra música bastante forte em sua mensagem, Hyldon apela para suas próprias origens baianas no batuque-soul “50 Tons de Preto”: “Sou branco da paz, sou preto dos negros exterminados, dos pobres injustiçados, sou moreno dos índios dizimados. Corre nas minhas veias o sangue pataxó, na minha mente a escrita de Machado de Assis amulatando meus ‘ais’ sem dó”.

Conectado aos tempos atuais, um tanto premonitório, urbano e diverso. Esse é o Hyldon de SoulSambaRock.

Marcos Lauro
jornalista
contato@orfeudigital.com.br
(11) 99556-8861

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Faixa a faixa – Por Hyldon Souza

Todo álbum meu tem um conceito. Eu vejo o álbum como se fosse um livro e cada música é um capítulo. Além disso, também tenho influências visuais muito fortes de nomes como Van Gogh, Basquiat, Rembrandt, Maxwell Alexandre e Kandinsky. Aproveitando toda essa onda do digital, a minha intenção foi fazer o disco em separado – baterista num lugar, baixista no outro. Mas acho que isso não tirou o conjunto da coisa. Isso se deve ao fato de eu ser produtor, arranjador e trabalhar com as pessoas certas – fora o trabalho final, feito pelo Márcio Pombo na masterização e mixagem. Eu demoro muito pra mixar, sou perfeccionista… cada música tem várias versões, seis, sete, até atingir o ponto desejado. Aqui, falo um pouco sobre cada faixa:

  1. República das Bananas
    (Hyldon)

Morei dois anos com o Chacal, um dos maiores percussionistas do Brasil, que tocou com Paul Simon, Elis Regina, Tim Maia, Wilson Simonal, e ele me introduziu a salsa, música cubana, reggae. Essa música é uma mistura rítmica dessas influências todas. Quis fazer uma crítica a certos governos ditatoriais que ainda – infelizmente – existem no nosso continente. Musicalmente, ficou uma mistura de baião, salsa, reggae… enfim, essa é a minha República das Bananas.

  1. A Lenda do Clube dos 27
    (Hyldon)

Essa música tem influência direta de “Sintonia” (série do KondZilla), “Irmandade” (estrelada por Seu Jorge), Cidade de Deus (que tinha “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda na trilha), a Brasilândia (onde gravei um clipe usando o cenário do filme “Antônia”, de Tata Amaral, com Thaíde e Negra Li, em São Paulo), e Capão Redondo (pra onde fui levado por Mano Brown para cantar num sarau de poesia). Esse é o ambiente em que se passa a história. O personagem principal está prestes a completar 27 anos e, num dos versos, fala com a namorada sobre a paranoia de morrer com a idade do “clube” – e eu mesmo cheguei a ter essa cisma de que ia morrer aos 27.

  1. SoulSambaRock, Sou
    (Hyldon e Marlon Sette)

Evitei usar instrumentos de sopro (que marcaram o disco anterior), mas, nessa faixa, foi necessário pois é uma das características do samba rock. Estava botando pilha no Marlon Sette, trombonista, pra lançar um disco solo dele e começamos com essa música – assim nasceu seu lindo álbum Fogo na Caldeira. O resultado ficou tão bom que peguei o arranjo original e botei uma letra para homenagear os amigos que são do samba rock – Branca Di Neve, Jorge Ben Jor, Luiz Vagner, Bebeto, Trio Mocotó, Originais do Samba. O samba rock de São Paulo tem sua dança, quase como a gafieira do Rio. Acho que essa música vai agradar em cheio a galera do samba rock de São Paulo.

  1. Um Luau Pra Você (com Rappin’ Hood)
    (Hyldon, Rappin’ Hood e DJ TubarãoSP)

Eu gosto muito dessa turma que é do comecinho do hip hop de São Paulo. Rappin’ Hood é um deles. Eu estava em São Paulo e marcamos um estúdio. Coloquei voz em uma base que ele tinha, ele entrou com o rap e eu com o refrão. Aqui no Rio, coloquei a galera que toca comigo pra trabalhar e esse é o resultado. Ficou linda!

  1. Vida Que Segue
    (Hydon)

Eu sou fã da Gal Costa desde o tempo da Tropicália. Quando eu tinha uns 22 anos, ela foi ver um show da Wanderleia e eu estava tocando guitarra. Depois do show, recebi um convite da Gal pra tocar com ela. Como eu estava focado no meu primeiro disco, declinei do convite. Mas sempre quis gravar com ela. Ano retrasado, me ligou Marcus Preto, diretor artístico da Gal, dizendo que estava fazendo um disco com Pupillo, produtor, ex-Nação Zumbi, e que precisava de uma música. Eu não tinha nenhuma música nova, inédita, na mão, mas ele meu deu uns dias. Precisei de um final de semana sozinho, sem minha esposa (mas com total apoio dela, claro) e consegui fazer essa música com o eu-lírico feminino. Assisti tudo o que tinha da Gal na internet e fui entrando na mente dela, imaginando o que ela escreveria, falaria etc. Segunda de manhã, mandei a música. Todo mundo amou, gravaram no mesmo dia e ela está no disco A Pele do Futuro. Nessa minha regravação, tem a participação de Romero Lubambo (Leny Andrade, César Camargo Mariano, Dizzy Gillespie), que participou via internet da sua casa em New Jersey.

  1. Boletos (com Trio Frito)
    (Hyldon)

Sempre toquei rock and roll. Nos bailes, tocava Rolling Stones, as mais pesadas dos Beatles (tipo “Day Tripper”), Eric Clapton e meu guitarrista preferido é Jimi Hendrix. Fui ver um show num pub aqui no Rio, perto de casa, a convite da minha filha, e os caras tocavam bem, gostei muito. Era o Trio Frito. Tocaram muito Led Zeppelin e Hendrix, “Voodoo Child” ficou na minha cabeça. Voltei pra casa e fui ouvir Hendrix no meu home studio, tranquilo. No dia seguinte, minha esposa me aparece cheia de boleto na mão. Segurei os boletos e tive a ideia de fazer uma música sobre eles. Chamei essa galera pra gravar – acabamos ganhando um clipe da produtora do Marcos Frota, que está no ar. É a única faixa do disco que tem todo mundo no estúdio tocando junto. Ela também é uma homenagem ao velho vinil e cita Mutantes, Jimi Hendrix e Elis Regina.

  1. 50 Tons de Preto
    (Hyldon)

A pior coisa do mundo é o preconceito, por qualquer motivação. Eu sofro preconceito, ainda hoje. Sou uma mistura de português, índios pataxós e negros. Já vi gente segurando bolsa e cordão perto de mim no shopping. Mesmo comigo aparecendo na mídia de vez em quando, fazendo um programa ou outro. Se eu saio à vontade, do jeito que eu gosto, de bermuda, chinelo de dedo… se eu estiver com uma barbinha, então, rolam os olhares. Fiz essa música pensando nisso. Fui ver uma exposição esses dias em que o artista fez todas as obras em papel pardo, pra fazer esse questionamento de cor. “De que cor eu sou?”. Já sofri preconceito por parte de negros também, por ser “mulato”. Enfim, foi um jeito de contar um pouco da história dos negros no Brasil.

  1. Ninguém Merece Viver Só
    (Hyldon e João Viana)

Essa eu fiz com o João Viana, que foi muito responsável por eu ter começado esse disco. A gente joga futebol juntos no campo do Politheama e ele me convidou pra ir ao estúdio dele fazer uma música. E eu não posso ver estúdio que já quero fazer mil coisas. Dali ia sair uma demo, mas já saiu como a primeira música desse disco. Depois chamei o Arthur de Palla pro baixo, que tocava comigo, mas foi agora pra banda do Djavan, e o Luiz Otávio, pianista que é deficiente visual – até brinco dizendo que gosto dele porque ele não lê música, assim como eu. É um dos maiores músicos que eu já conheci.

  1. Cada Um Na Sua Casa
    (Hyldon e Arnaldo Antunes)

Arnaldo Antunes é um capítulo especial na minha vida. Ficamos amigos ainda na época da MTV. Já fizemos algumas parcerias (com a Céu como trinca, até). A afinidade é muito grande com o Arnaldo e, quando comecei a fazer esse disco, não tinha nada de Coronavírus ainda. Em casa, com a minha esposa, dormimos em quartos separados porque nossos horários são malucos – eu gosto de trabalhar de madrugada, ela dorme cedo etc. E aí mandei essa ideia pro Arnaldo, de fazer uma música que fala sobre essa independência que você tem quando mora em casas separadas. Acabou que a música tem tudo a ver com os tempos atuais também, com o lance da pandemia. E muito a ver com o disco, que foi feito todo solto, cada um no seu estúdio. O guitarrista dessa faixa é o André Neto, que gravou de Nova York – e, por acaso, o apelido dele é “Jimi Hendrix”.

  1. Zondag In Amsterdam
    (Hyldon)

“Zondag” é “domingo” em holandês. Apesar de ser a última faixa, foi a primeira música que eu fiz nessa safra. Estava querendo comprar um violão de aço e achei um Fender azul em Amsterdam, numa loja do subúrbio. Pus na cabeça que ia buscar. Minha esposa é artista plástica e ama a cena cultural de lá. Nós dois somos fãs do Van Gogh e do Rembrandt. Falei pra ela e armamos essa viagem. No segundo dia, fui até essa loja e comprei o violão. Cada cidade tem seu jeito, seu cheiro, sua arquitetura e amei Amsterdam. Andamos muito por lá, ficamos 10 dias. Comecei o refrão dessa música lá, mas, na volta, a música não andava. Botei na cabeça que tinha que voltar à Amsterdam pra terminar. Voltei um ano depois já pra fazer o clipe também, com uma brasileira fotógrafa que conheci lá – Luciana Sposito. Enfim… São Paulo, Nova York, Niterói, Salvador e Amsterdam são protagonistas desse álbum.

Logo Warner Chappell

Foto: Ernani D'Almeida / Divulgação

Foto: Ernani D’Almeida / Divulgação

Cronista, Hyldon lança single e clipe com cara de história em quadrinhos.

“A Lenda do Clube dos 27” chega às plataformas digitais no dia 17 de abril, aniversário do compositor
Quando criança, o compositor Hyldon era vidrado em gibis de todos os tipos. Agora, quando terminou de compor o single “A Lenda do Clube dos 27”, uma crônica sobre ídolos que se foram cedo demais, teve a ideia de retomar essa paixão. Assim, a música viraria o roteiro de um
videoclipe totalmente produzido em linguagem de HQ. Tanto o single quanto o vídeo chegam às plataformas digitais no próximo 17 de abril, data que também é aniversário do compositor.

O single A Lenda do Clube dos 27também apresenta Hyldon muito próximo da linguagem do rap, que é diretamente inspirado pela soul music produzida pelo compositor em todos esses 55 anos de carreira. o videoclipe, nasceu da parceria com o ilustrador Marcio Bertoli. No processo dessa composição, eu imaginava um 

filme, até uma série. De repente, veio esse estalo de fazer o videoclipe em HQ. Comecei a pesquisar até que encontrei, na internet, o parceiro que precisava: Marcio Bertoli, um ilustrador de mão cheia. Esta experiencia foi uma volta à infância e o processo 

foi muito natural, às vezes parecia que trabalhamos juntos muito tempo. Ele completava com imagens a minha poesia”, diz Hyldon

A música se transformou no roteiro de uma grande estória de amor, super atual, entre dois jovens de periferia, e claro, com aqueles ingredientes de um bom romance; paixão, amor, justiça e ação

Com auxílio de uma banda de peso com Arthur de Palla no baixo, Mafram do Maracanã nas percussões e Hyldon e Léo Vieira dividindo as guitarras enquanto Jean Paixão e Cássia Raquel arrasam nos vocais, a faixa traz a participação de um dos seus afilhados musicais, o agora internacional beatmaker Papatinho, que tem no seu currículo trabalhos com Snoop Dog, Black Eyed Peas, Gabriel O Pensador, Marcelo D2, Criolo, Black Alien, Anitta, Mr Catra, CardiB, Ludmilla e deu aquela pegada rap/funk na música.

 

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A Lenda do Clube dos 27

O termo é consequência das mortes de grandes expoentes da música e das artes em geral como Jim Morrison, Jimi Hendrix, Janis 

Joplin, Brian Jones, Kurt Cobain, Robert Johnson, JeanMichel Basquiat e Amy Winehouse esses três últimos, citados nominalmente na música.

 

A LENDA DO CLUBE DOS 27 

Marcos Lauro jornalista 

Contato

Site: www.hyldon.com.br 

Instagram: @hyldon.oficial 

Contato: DPA Discos (21) 988414104 

YouTube: https://www.youtube.com/user/DPAHyldon 

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Facebook: https://www.facebook.com/hyldonoficial 

 

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Hyldon e Trio Frito

“Boletos”

No final do ano de 2018 a filha do Hyldon, Yas Medyna insistiu muito para que ele fosse assistir a uma banda dos seus amigos que iriam tocar perto da sua casa no Brooks Pub do Recreio e que era uma banda de rock muito boa, na verdade um Trio Power chamado Trio Frito. O Mestre foi e adorou a banda e o repertório, eles tocaram muito Led Zeppelin e Jimi Hendrix, um dos seus ídolos. E foi justamente uma música chamada Voodoo Child que inspiraria Hyldon a compor “Boletos”.

    Depois do show do show conversaram, deram muita risada e a partir daquele dia o Trio Frito ganhara um padrinho. O que eles não esperavam, era serem convidados a participar do disco novo do Hyldon e fizeram bonito, a gravação ficou linda e rendeu um lindo vídeo clipe que sairá junto com o single, antecedendo o novo álbum do nosso soul man.

Essa mistura do Soul com o Rock deu liga!

Produção Dpa Discos     Tel. De Contato: (21) 98841-4104

E-mail: dpabrasil@globo.com 

  

     site  www.hyldon.com.br 

www.instagram.com/hyldon.souza

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Foto Release

O novo single de Hyldon

“50 Tons de Preto”

O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso”. 

Darcy Ribeiro

Enquanto seu novo álbum não vem e para evidenciar o Dia da Consciência Negra, Hyldon solta mais um single; “50 Tons de Preto” de sua autoria. No vocal, conta com colaboração dos seus contemporâneos da Black Music, Gerson King Combo, Carlos Dafé (Banda Black Rio) e Jussara Lourenço (Trio Ternura), juntos e misturados aos cantores da nova geração, Cris Delano, Jorge Aílton e os caçulas Jean Paixão e Cássia Raquel.

Dizem que no Brasil não há racismo, mas há e muito, é só ver as estatísticas de jovens assassinados nas periferias e da população carcerária, a maioria são negros, pobres e favelados.

     A canção é sobre o orgulho da raça negra e dos preconceitos e nada foi inventado e sim vivenciado e sofrido pelo artista. A foto de divulgação não tem nada a ver com “blackface” mas com os matizes do negro brasileiro, tão miscigenado que gerou a denominação pejorativa de “pardo” para o afrodescendente mais claro.

“Seria uma atitude ingênua esperar que as classes dominantes desenvolvessem uma forma de educação que proporcionasse às classes dominadas perceber as injustiças sociais de maneira crítica”. 

Paulo Freire  

Lançamento dia 1º de Novembro em todas mídias digitais.

Foto divulgação – Jardel Sabino

Make up – Zoé Medina

Lyric video – i.blacksmith

Produção Dpa Discos     Tel. De Contato: (21) 98841-4104

E-mail: dpabrasil@globo.com

  

instagram Hyldon Oficial

Single de Hyldon

“Cada um na Sua Casa”

Depois de nos levar pra passear pela Holanda com “Zondag in Amsterdam”, dar uma passada por São Paulo para curtir um “Luau” com participação especial do rapper Rappin’Hood, Mestre Hyldon volta às origens de quando, com 13 anos, começou com sua primeira banda de rock nos clubes de Niterói, empunhando uma guitarra Giannini, animando festivais, programas de rádios/tvs e bailes.

Com seu novo single “Cada um na sua casa”, ele vai mostrando a cara do seu novo álbum com previsão de lançamento para 2020.

“Cada um na sua casa” é mais uma parceria de Hyldon com Arnaldo Antunes e fala de novos tipos de relacionamentos. O objetivo da música é mostrar que, cada um morando em sua própria casa, poderia ser uma boa solução para evitar o desgaste de uma longa convivência diária.

Hyldon compôs o esboço da canção, depois de uma pequena discussão com sua companheira, num domingão chuvoso (folga da empregada doméstica) para ver quem iria lavar a louça. Ele registrou a música com o gravador do telefone celular e enviou para Arnaldo Antunes, um expert em casamentos. Vejam o que ele respondeu:

 – Hyldaço, querido, amei a música, achei muito foda, assim que tiver um tempinho vou me debruçar nela. Fiquei muito feliz de ganhar esse presentaço! Assim, na primeira audição, achei muito linda. É muito legal a proposta, cada um na sua. Vai rolar!

Hyldon está acompanhado pela banda que vem trabalhando com ele especialmente para esse álbum: Marcio Pombo (piano acústico), João Viana (bateria), Arthur de Palla (baixo), Luiz Otávio (órgão e piano elétrico) e o próprio Hyldon no violão de aço. Para essa faixa, Hyldon convidou um virtuoso da guitarra, André Netto, que mora há 18 anos em New York. Graças às novas tecnologias, ele pôde gravar sua guitarra lá em seu estúdio e mandar os arquivos via internet.

A música está disponível em todas as plataformas digitais desde 7 de Setembro.

Hyldon – Release da Música

Link da música Cada Um na Sua Casa

“Um Luau pra você”

Soulman lança música em parceira com o respeitado rapper Rappin Hood

Hyldon está preparando seu novo álbum. Soltando agora seu segundo single, chamado “Um Luau Pra Você” em parceria com o rapper Rappin’ Hood, o cantor e compositor vai firmando o conceito de seu novo trabalho.

O disco vem permeado de três principais vertentes: Blues, Soul e Rap. Uma mistura que exala vivacidade nos tempos atuais, com a originalidade característica de Hyldon.

O respeitado old school do Hip Hop, Rappin’ Hood, participa cantando suas brilhantes rimas, enquanto Hyldon canta a linda melodia do refrão. A mistura do rapper paulista e do soulman baiano radicado no Rio de Janeiro, traz uma sonoridade rica, diversificada e ao mesmo tempo única e singular. Os dois ainda tiveram o auxílio luxuoso do Dj Tubarão e da superbanda de Hyldon.

A música “Um Luau Pra Você” constrói uma linda ponte entre Rio/ São Paulo, e promete fazer o coração de todo brasileiro bater mais forte. Um verdadeiro presente para os apaixonados, seu lançamento será no Dia dos Namorados.

Zondag in Amsterdam (Single)

Soulman lança música inédita que diz ser “uma declaração de amor à cidade de Amsterdam”, rica em detalhes que nos fazem transportar até o lugar

  Um dos pioneiros do soul brasileiro, o cantor e compositor Hyldon entrou em estúdio neste mês de janeiro de 2019. O artista grava álbum inteiramente autoral com músicas inéditas, e seu primeiro single com videoclipe se chama “Zondag em Amsterdam”.

  Tudo começou em julho de 2017, quando Hyldon queria um violão de aço da Fender numa determinada cor. Buscou na internet uma loja de música que tivesse esse violão, que ele sonhava ser azul piscina. A única loja que tinha o tal instrumento à venda era uma pequena loja no subúrbio de Amsterdam. Foi o sinal que ele precisava para comprar as passagens e ir buscar o seu objeto de desejo. Então, ele e sua esposa embarcaram nesta louca aventura! Já no segundo dia, o soulman realizava dois grandes sonhos:  conhecer cada cantinho da cidade com seu violão azul piscina embaixo do braço.

  No hotel onde estava hospedado, dedilhando seu novo brinquedo e sentindo a vibração da capital da Holanda, nasceu o refrão de “Zondag in Amsterdam” (Domingo em Amsterdam), numa linda manhã de verão.

Ficha Técnica Música:
Voz, violão de aço: Hyldon
Piano Acústico: Márcio Pombo
Órgão e Cravo: Luiz Otávio
Contrabaixo: Arthur de Palla Bateria: João Viana
Guitarras: Guilherme Schwab
Mixado e Masterizado por: Márcio Pombo
Produzido por: Hyldon Souza
Gravadora DPA Discos
Editora: Warner Chappell
Lyric Video produzido por Yas Medyna

“Zondag in Amsterdam”

Soulman lança música inédita que diz ser “uma declaração de amor à cidade de Amsterdam”, rica em detalhes que nos fazem transportar até lá

 

Um dos pioneiros do soul brasileiro, o cantor e compositor Hyldon entrou em estúdio neste mês de janeiro de 2019. O artista grava álbum inteiramente autoral com músicas inéditas, e seu primeiro single com videoclipe se chama “Zondag em Amsterdam”.

Tudo começou em julho de 2017, quando Hyldon queria um violão de aço da Fender numa determinada cor. Buscou na internet uma loja de música que tivesse esse violão, que ele sonhava ser azul piscina. A única loja que tinha o tal instrumento à venda era uma pequena loja no subúrbio de Amsterdam. Foi o sinal que ele precisava para comprar as passagens e ir buscar o seu objeto de desejo. Então, ele e sua esposa embarcaram nesta louca aventura! Já no segundo dia, o soulman realizava seu grande sonho: conhecer cada cantinho da cidade com seu violão azul piscina embaixo do braço.

No hotel onde estava hospedado, dedilhando seu novo brinquedo e sentindo a vibração da capital da Holanda, nasceu o refrão de “Zondag in Amsterdam” (Domingo em Amsterdam), numa linda manhã de verão.

Em janeiro Hyldon começou as gravações do seu novo álbum, recrutou um time de músicos para dar a sonoridade que ele imaginava que refletiria aquela cidade que parece estar sempre em festa.

A banda conta com os músicos João Viana – bateria, Guilherme Schwab – guitarra, Arthur de Palla – baixo, Luiz Otávio – teclados e Márcio Pombo – piano acústico.

A química deu tão certo que o que era para ser uma música virou um álbum e até o final do ano teremos um novo disco do Mestre na praça.

“As Coisas Simples da Vida”

Soulman apresenta um show de baladas e muito groove no Teatro Sesc Pompeia  

Depois de figurar a lista de melhores álbuns nacionais de 2016 da revista Rolling Stone, Hyldon apresenta o show “As coisas simples da vida” no dia 05 de Janeiro (sexta-feira), às 21hs, no Teatro Sesc Pompéia – São Paulo.O show acontecerá depois de sua participação ao lado da cantora Ana Cañas no Rock in Rio 2017. Misturando sucessos como “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda”, “As Dores do Mundo” e “Na Sombra De Uma Árvore” dentre outras, com canções de seu mais novo disco, “As Coisas Simples da Vida”, Hyldon volta aos palcos de São Paulo depois de algumas apresentações nos shows do seu parceiro Mano Brown e seu Boogie Naipe, para provar que a maturidade só faz com que ele se consagre cada vez mais como o soulman mais querido e versátil do Brasil.

“As Coisas Simples da Vida” reúne 10 faixas produzidas por ele mesmo e gravadas com o auxílio da Banda Zona Oeste, que o acompanhará no lançamento desse novo show,a estreia só poderia ser  em São Paulo, a cidade que Mestre Hyldon mais gosta de tocar . Fazem parte da sua caminhada Guinho Tavares (guitarra, violão e vocal), Felipe Marques (bateria), Ramon Torres (baixo), Márcio Pombo (piano, orgão, sintetizadores),Diogo Gomes (flugelhorn e trompete) e Rodrigo Revelles (flauta, saxofone).

Além de estar cantando e tocando melhor do que nunca, Hyldon retoma influências de suas origens e dos trabalhos que executou ao lado de nomes como Cassiano, Toni Tornado e Tim Maia, misturando-as com as vivências que teve ao longo de seu amadurecimento como artista e de suas experiências mais contemporâneas. Baladas, canções românticas, músicas cheias de suingue e um groove muito bem executado pela super Banda Zona Oeste permeiam o repertório do show e do álbum, que está nas plataformas digitais e foi lançado como CD e disco de vinil pela DeckDisc/Polysom.

Por Chris Fuscaldo.

Assessoria de Imprensa Deck

Piky Candeias – pikycandeias@batucadacomunicacao.com – (11) 98201 3804

Marcão – marcao@batucadacomunicacao.com – (11) 99486 2320

Teresa Ferreira – teresa.ferreira@deckdisc.com.br – (11) 3569 5731

NOVO CD: As Coisas Simples da Vida

 CLIQUE AQUI para baixar fotos em alta resolução e CLIQUE AQUI para ver o release oficial.

hyldon-as-coisas-simples-da-vida

 

Na Rua, na Chuva, na Fazenda – A Origem

 CLIQUE AQUI e veja o Release (Por: Rodrigo Carneiro)

                       Veja também a capa e contra-capa em alta resolução.

                             Além de foto 1, foto 2 e foto 3 para divulgação!

Hyldon capa frente

 

Romances Urbanos – SESC Vila Mariana – SP

Release em PDF – clique aqui

Romances Urbanos

Release: Português / English

Fotos de Divulgação (alta resolução)

 

Hyldon

Soul Brasileiro – Edição Extra

Release: português | english

Fotos de divulgação (alta resolução)

Na Rua, na chuva na fazenda – CD e DVD ao Vivo

Release

Soul Brasileiro

Release  / Fotos (em alta resolução)