Hyldon

Zondag in Amsterdam

Hyldon conta ‘A lenda do clube dos 27′ em single que festeja 69º aniversário do cantor | Globo

 

Música integra repertório de álbum previsto para junho e gravado com parcerias do ‘soulman’ com Arnaldo Antunes e Mano Brown.

Foto: Ernani D'Almeida / Divulgação

Foto: Ernani D’Almeida / Divulgação

♪ Cantor e compositor que despontou em meados dos anos 1970, na corrente do soul brasileiro que emergiu no alvorecer daquela década com Tim Maia (1942 – 1998) à frente da turma, Hyldon faz 69 anos na sexta-feira, 17 de abril, dia em que lança single em que versa sobre ídolos do universo pop que saíram de cena aos 27 anos.

Amy Winehouse (1983 – 2011) e Robert Johnson (1911 – 1938) inclusive são citados nominalmente na letra de A lenda do clube dos 27, música inédita de autoria do soulman baiano.

O single A lenda do clube dos 27 é mais uma amostra do álbum autoral de músicas inéditas que o artista pretende lançar em junho. Precedido pelos singles Cada um na sua casa (2019), Zondag in Amsterdam (2019) e Boletos (2020 – música gravada com o Trio Frio), o álbum já está pronto e apresenta parcerias de Hyldon com Arnaldo Antunes, João Viana (coautor de Ninguém merece viver só), Mano Brown, Rappin’ Hood, Thaíde e Zeca Baleiro, além da regravação de Vida que segue, música lançada por Gal Costa no álbum A pele do futuro (2018).

Capa do single 'A lenda do clube dos 27' — Foto: Ilustração de Marcio Bertoli

Capa do single ‘A lenda do clube dos 27′ — Foto: Ilustração de Marcio Bertoli

O single A lenda do clube dos 27 chega ao mercado fonográfico simultaneamente com o clipe filmado com inspiração na estética dos quadrinhos – reproduzida na capa do disco. O ilustrador Marcio Bertoli retratou, no traço das HQs, as personagens do roteiro do clipe.

Já a música em si promove nova conexão do soulman com o universo do rap, ritmo usado pelo beatmaker Papatinho na formatação da batida funkeada da faixa. A lenda do clube dos 27 é contada por Hyldon em gravação feita com os toques dos músicos Arthur de Palla (no baixo), Léo Vieira (na guitarra, também pilotada por Hyldon) e Mafram do Maracanã (nas percussões). Jean Paixão e Cássia Raquel reforçam os vocais dessa música em que Hyldon evoca intencionalmente o canto do rapper Mano Brown.

Fonte: O Globo Pop & Arte

   

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