Hyldon

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“Nada como tocar no quintal da minha casa” – Hyldon | O Globo

 
Ana Cañas e Hyldon (Foto: Jardel Sabino)

Ana Cañas e Hyldon (Foto: Jardel Sabino)

Músicos da Barra revelam suas estratégias para tocar no Rock in Rio
Dupla de DJs Flow & Zeo, Leo Janeiro e Hyldon são algumas das atrações

O Rock in Rio segue a todo vapor no Parque Olímpico, local escolhido para abrigar a Cidade do Rock este ano. Por lá, desde sexta-feira, já passaram grandes nomes da música, vindos dos quatro cantos do mundo. E, até o próximo domingo, muita gente boa ainda vai pisar nos diferentes palcos e espaços temáticos do festival. Entre estes artistas está uma turma que veio de bem perto. São talentos da própria região da Barra, que, incluídos no line-up oficial do festival, terão a chance de mostrar seu trabalho a um público de algumas milhares de pessoas.

Hyldon toca com Ana Cañas no Palco Sunse  - Analice Paron / Agência O Globo

Hyldon toca com Ana Cañas no Palco Sunse – Analice Paron / Agência O Globo

Morador do Recreio, Hyldon, conhecido por sucessos como “Na rua, na chuva, na fazenda” e “As dores do mundo”, se apresentará na próxima quinta-feira no palco Sunset ao lado de Ana Cañas, que o convidou para o show. O mestre do soul conta que sempre admirou o trabalho da cantora, e que eles já vinham namorando uma parceria há cerca de três anos. Muito feliz com o convite, Hyldon acredita que o Rock in Rio reúne uma mostra de tudo o que acontece no mundo da música.

— No fundo, tudo começou com o blues. É ele o pai do rock. E a soul music também é um derivado do blues. O festival é muito legal porque tem variações; é um evento muito diversificado. É como um caleidoscópio da música — filosofa o músico, que é fã de Alicia Keys, Baiana System e Liniker. — Vou vê-los de casa. Abro as janelas e sinto a energia do show no conforto do sofá.

Esta é a segunda vez que Hyldon toca no festival. A primeira foi em 2012, na edição de Lisboa. Ele e o multi-instrumentista Kassin subiram ao palco com a banda portuguesa de soul music Ovelha Negra. Ele relembra que foi uma surpresa quando ouviu o público cantando suas canções. Para a edição deste ano, está ainda mais animado e confiante.

— Vou tocar só com feras. Isso já é sinal de que vou me divertir. Estou muito despreocupado, porque a estrutura do evento é maravilhosa. O público vai com a vibe do palco, e, como a nossa vibe é muito boa, haverá uma simbiose — resume. (Colaborou: Júlia Amin)

Fonte:  O Globo

   

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